17.7.12

 

 

                           Ò minha Mãe, santa Mãe,

 

                      Pensar perder-te me assusta:

 

                      Tristezas que a vida tem...

 

                      Verdades que à gente custa! 

 

                     (Florinda Botelho de Almeida)

 

 

                                                              

 NOVENTA E CINCO ROSAS

 

 

Como o sol que se enconde lentamente,

 

Procurando o refúgio de algum monte...

 

E desmaia beijando o horizonte,

 

Assim desmaias, mãe, serenamente!

 

 

 

És o sol a esvair-se no poente

 

E quase que a chegar ao fim da "ponte"...

 

E  eu olho para ti... beijo-te a fronte...

 

E receio que a passes de repente!

 

 

 

P'lo muito que me deste e recebi,

 

Noventa e cinco rosas para ti

 

Te trago com Amor e Gratidão.

 

 

 

Tu deste-me este Sol que me enternece,

 

Que embora no poente, inda me aquece

 

E brilha no meu triste coração!

 

Clarisse 

link do postPor canticosdabeira, às 18:20  comentar

 
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