5.7.12

 

 

                Não há no mundo ninguém

 

                Que não curve de respeito

 

                Perante a mulher que é Mãe,

 

                Embalando o filho ao peito

 

                    (Ruth Brito Neto)

 

 

 

              

 

 

             O ADEUS À VIDA

 

 

Ai, mãe não se me esvai do pensamento

 

A manhá de dezoito de Janeiro!

 

Estou a vê-la em denso nevoeiro

 

E uma santa a voar p'lo firmamento...

 

 

 

Tal como sempre, dei-te o alimento

 

Que tomaste... Mas Anjo mensageiro

 

surgindo, fez do Lar apeadeiro...

 

E em surdina te disse: " Eis o momento"...

 

 

 

Logo perdeste a fala, mãe querida,

 

E adormceste como um passarinho...

 

Porém, já fôra feita a despedida...

 

 

 

... Um dia, há muito tempo, em teu quartinho,

 

Disse: "Vamos dizer Adeus à Vida"!...

 

E trocámos abraços de carinho!

 

 

Clarisse: Jan. de 1998

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